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sábado, 22 de março de 2014



Dos "diários de bordo" de Susana Vitorino em Susana Vitorino Unplugged:
"Palavras que se repetem. E repetem. E repetem. E... às vezes nada soa como eu acho que devia soar. A minha directora, Luísa Ortigoso, hoje parecia o Mourinho!"

E digo eu: Exageros de uma actriz enquanto "sofre" a criação...



Em Abril, no Teatro Rápido. Check Mater.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Palavras Sábias

Já muitas vezes me foi pedido um conselho por jovens actores. A maioria das vezes, sinto que gostariam que lhes desse uma "receita", que partilhasse com eles um "segredo". Bom, a verdade é que não existem "receitas" ou "segredos". Porquê? Aqui vai a explicação pela voz de Kevin Spacey.


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

dying Kevin Spacey

Ora aqui está uma prova de que menos por menos... dá mais...


Kevin Spacey em LA Confidential


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Meryl Streep in Angels in America

Aqui vai um exemplo de como se é grande quando se é inteiro, como dizia o nosso Fernando Pessoa. Meryl Streep, na fantástica mini série "Angels in America" (existe em dvd, não percam)interpretando 4 magníficas personagens... com a verdade que procuramos quando interpretamos.


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

"A verdade..."


“Ser actor é muito simples – é só preciso saber o texto e dizer a verdade!”. Sorri interiormente ao ouvir estas palavras a um querido amigo e óptimo actor – António Assunção – que respondia a um colega que se tinha estreado recentemente na profissão e que se debatia com a dificuldade “disto de se ser actor...”

Com que então é “simples”! Pois, de facto... o busilis está na “verdade”, não é António? Na verdade da personagem, não na nossa... Em não cair na tentação de impôr a nossa verdade à personagem, em não cair na armadilha de a julgarmos...

É no nosso ego que topeçamos, sempre que agarramos uma nova criatura (uma nova personagem). Tropeçamos no que não queremos revelar de nós, no que nos assusta reconhecer em nós. Tropeçamos nos nossos julgamentos, nas nossas crenças, na imagem de nós que queremos(cremos) mostrar aos outros.

É que antes de ser actor, o actor é uma pessoa. É por isso que acredito que para se trabalhar o actor se tem, primeiro, de trabalhar a pessoa.

Este é o encontro com a verdade de que António Assunção falava, naquela tarde de Verão, há 30 anos.

Luísa Ortigoso
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